Dizem eles que quem nunca passou por momentos de mudança, quem não sentiu necessidade de se adaptar a novos contextos e situações, quem nunca sentiu na pele a dor da perda, quem não convive bem com a privação e, da mesma forma, com a fartura, ainda nunca se pôs à prova na Vida. A minha opinião é de que devemos saber viver igualmente com a presença dos dois extremos da razão humana: o prazer e a dor. Geri-los é a Arte da Vida.
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